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Psiquiatra fala como lidar com as emoções no fim de ano

O psiquiatra Dr. Marcos Renato de Camargo Ramos, cooperado da Unimed Salto/Itu (Foto: Divulgação)

Fim de ano. Período conhecido por boas energias e renovações, para algumas pessoas também pode ser uma época que reacende emoções dolorosas, como angústia, estresse e ansiedade e até mesmo o sentimento de luto.

Esses sentimentos estão ficando conhecidos como “dezembrite”, termo usado para descrever o impacto emocional negativo que pode surgir no fim do ano. Embora não seja uma característica coletiva, o sentimento pode impedir que as pessoas desfrutem do que foi conquistado ao longo do ano.

O Periscópio conversou com o psiquiatra Dr. Marcos Renato de Camargo Ramos, cooperado da Unimed Salto/Itu, que comentou que neste período de festas de fim de ano, é muito comum que as pessoas se apresentem mais sensíveis, pois é o fechamento de um ciclo e início de um novo, sendo natural que o ser humano tenha a tendência a ter um olhar melancólico para trás, para o que passou, revendo assim sonhos que já ficaram no passado, projetos que deram certo ou que não se concretizaram, e a lembrança daqueles que já não estão entre nós.

“E em contrapartida a esse olhar melancólico, existe um olhar ansioso em relação ao futuro, em relação ao que a gente não consegue controlar, as incertezas e as inseguranças em relação ao futuro. Então, uma sugestão que eu dou sempre nesse período de festas é que a gente busque estar com a cabeça no momento presente, no momento atual, na reunião com amigos e a família, fazer a refeição juntos, no preparo de tudo”, orienta o profissional.

“É importante estar junto, socializar e viver o momento presente, em olhar o que temos para hoje, as bênçãos do dia!”, complementa o especialista.

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